terça-feira, 2 de abril de 2013
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Jopa Moraes
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21:59
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2013 têm sido um ano de muita produção. 2012 foi, para mim, um ano quase inexistente no que diz respeito a criar quadrinhos. Mas agora, depois de superado o medo estúpido da tal "página em branco", meu medo é não dizer o que tenho pra dizer. Fiz duas histórias para revistas coletivas, uma virtual e uma impressa (e colorida!) que ainda não foram lançadas, mas que serão em breve. Fiz também, durante um evento chamado Mini-Comic Day, uma revistinha de oito páginas em a6, tudo num dia só. Dá pra ler por aqui. Além de tudo isso, o mais importante é: revivemos o Trapezistas de Estrada. Tenho junto com o Pedro Cobiaco e com o Calvin Voichicoski esse coletivo de quadrinhos que agora tem uma página no facebook por onde lança suas novas páginas. Dêem uma olhada que a paisagem só é completa com as três partes. Do fragmento do todo que me diz respeito já foram publicadas três páginas, que reproduzo aqui para ficar também registrado para meus leitores e futuros leitores (é tempo de revolução, gente!).
domingo, 3 de março de 2013
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Jopa Moraes
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21:22
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Página de quadrinhos feita como forma de sugerir (e tentar expandir) leitura de um poema do Maurício Arruda Mendonça, poeta, dramaturgo e exímio professor.
sábado, 8 de dezembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Postado por
Jopa Moraes
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22:23
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Não vou dizer sobre o tempo que eu fiquei sem postar nada, não há, sinceramente, uma justificativa. Mas o fato é que agora, em algum lampejo de criatividade e necessidade, eu decidi trabalhar. Faz um tempo que venho brincando com as possibilidades e ao mesmo tempo me assombrando com a memória desesperançosa da folha em branco. Não é a primeira página que faço desde que parei de postar aqui, tiveram outras (poucas), mas andava desconectado do meu traço. Embora as figuram estivessem ficando cada vez mais reconheciveis, sentia a necessidade de uma maior potência, sentia a necessidade de me espantar, como me espanto com desenhos de tantos que admiro. Sem nada a perder, eu troquei a segurança insegura do lápis com o qual eu traçava um mapa para a tinta saber onde ir, pela criação imediata onde só há eu, uma ideia na minha cabeça e o pincel. Decidi perder (e muito, eu sei) em qualidade técnica, em planejamento, em identificação clara da imagem pra poder apostar nessa espontaneidade, que pode ser tosca, suja, mas que no momento me satisfaz muito mais e tem tudo a ver com o que eu tenho pra dizer. E ainda tenho muito pra dizer, embora não garanta quando vai ser a próxima vez que de verdade direi alguma coisa. Só sei que existe, muito forte, a vontade de concretizar minha vontade.
Não vou dizer sobre o tempo que eu fiquei sem postar nada, não há, sinceramente, uma justificativa. Mas o fato é que agora, em algum lampejo de criatividade e necessidade, eu decidi trabalhar. Faz um tempo que venho brincando com as possibilidades e ao mesmo tempo me assombrando com a memória desesperançosa da folha em branco. Não é a primeira página que faço desde que parei de postar aqui, tiveram outras (poucas), mas andava desconectado do meu traço. Embora as figuram estivessem ficando cada vez mais reconheciveis, sentia a necessidade de uma maior potência, sentia a necessidade de me espantar, como me espanto com desenhos de tantos que admiro. Sem nada a perder, eu troquei a segurança insegura do lápis com o qual eu traçava um mapa para a tinta saber onde ir, pela criação imediata onde só há eu, uma ideia na minha cabeça e o pincel. Decidi perder (e muito, eu sei) em qualidade técnica, em planejamento, em identificação clara da imagem pra poder apostar nessa espontaneidade, que pode ser tosca, suja, mas que no momento me satisfaz muito mais e tem tudo a ver com o que eu tenho pra dizer. E ainda tenho muito pra dizer, embora não garanta quando vai ser a próxima vez que de verdade direi alguma coisa. Só sei que existe, muito forte, a vontade de concretizar minha vontade.
domingo, 19 de junho de 2011
Tira Vidro Embaçado 2
Postado por Jopa Moraes às 12:41 3 comentáriosEssa tira é na verdade uma "segunda versão" de uma tira antiga que saiu aqui no blog, uma das minhas preferidas. Aviso também que saiu aquela minha história de duas páginas na Revista Kamikaze #2, dêem uma olhada lá que a revista tá linda. E eu postei também o roteiro dessa história na seção "Roteiros" lá naquela barra abaixo do "Vidro Embaçado" rosa.
sábado, 21 de maio de 2011
Tira Vidro Embaçado 1 (Ou uma visita de alguém distante)
Postado por Jopa Moraes às 22:17 1 comentários
Talvez alguns dos que lêem esse blog lembrem que eu criei ele pra postar umas tiras meio esquisitas que eu comecei a fazer quando eu voltei do FIQ de 2009. Para estes eu queria dizer que fico imensamente feliz de saber que aquelas tiras não muito bem desenhadas, mas cheias de uma vontade de fazer quadrinhos que era verdadeira, chamaram a atenção de vocês o suficiente pra continuarem acompanhando o meu trabalho. E para os que não conhecem as tais tiras, fico muito contente que tenham se interessado pelo meu trabalho, não importando se foi a um mês ou a um dia. E para todos, queria dizer que estou, novamente, fazendo tiras. Não quero prometer qualquer tipo de regularidade, mas sempre que eu tiver algo pra falar com elas, mostrarei pra vocês. Eu decidi começar a contagem de tiras de novo, inaugurando uma nova fase, um tipo de tiras 2.0 ou algo assim. Agora, sem mais delongas, uma tira que eu gostei muito de fazer.
domingo, 15 de maio de 2011
Um Kamikaze Através do Espelho
Postado por Jopa Moraes às 15:07 4 comentários
A um tempo atrás, remando pela cachoeira do twitter, me deparei com o site da Revista Kamikaze. Era, assim como o Trapezistas de Estrada (atualmente sem atualizações, mas preparando algo grande), uma tentativa de juntar um pessoal que ama o que faz e lançar na internet, onde todo o mundo pode ver, espalhando o trabalho desses caras por aí.
A menos tempo atrás, o Matheus Aguiar, garoto quadrinhista (decidi que não tem sentido escrever quadrinista) talentoso e editor da Kamikaze, me mandou um e-mail me chamando pra participar do segundo número da revista online. Topei na hora. Fazia tempo, muito tempo, que eu não fazia uma história, e mesmo que essa tenha só duas páginas, foi uma experiência tão legal quanto fazer uma de trinta, porque resgatei aquele sentimento de criador que estava meio perdido ultimamente.

Agora, aguardando que a minha história seja publicada junto com o segundo número da revista, tenho mais força e vontade pra continuar criando. O próximo passo é uma história de seis páginas sobre brigas na escola, e depois me dedicarei integralmente a minha próxima história grande, da qual falei um pouco na última postagem. É importante também avisar que, junto com essa pequena história para a revista online, desenhei também duas tiras, que em breve serão mostradas por aqui. Força ao Vidro Embaçado!

Queria terminar dizendo que me sinto cada vez mais feliz vendo gente da minha idade produzindo quadrinhos de qualidade, e mostrando que a vontade de criar pode nascer em qualquer idade. Um abraço a todos esses!
A menos tempo atrás, o Matheus Aguiar, garoto quadrinhista (decidi que não tem sentido escrever quadrinista) talentoso e editor da Kamikaze, me mandou um e-mail me chamando pra participar do segundo número da revista online. Topei na hora. Fazia tempo, muito tempo, que eu não fazia uma história, e mesmo que essa tenha só duas páginas, foi uma experiência tão legal quanto fazer uma de trinta, porque resgatei aquele sentimento de criador que estava meio perdido ultimamente.
Agora, aguardando que a minha história seja publicada junto com o segundo número da revista, tenho mais força e vontade pra continuar criando. O próximo passo é uma história de seis páginas sobre brigas na escola, e depois me dedicarei integralmente a minha próxima história grande, da qual falei um pouco na última postagem. É importante também avisar que, junto com essa pequena história para a revista online, desenhei também duas tiras, que em breve serão mostradas por aqui. Força ao Vidro Embaçado!
Queria terminar dizendo que me sinto cada vez mais feliz vendo gente da minha idade produzindo quadrinhos de qualidade, e mostrando que a vontade de criar pode nascer em qualquer idade. Um abraço a todos esses!
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